Simpósio Técnico KNERGY em Ancara: hidrogênio e oxigênio para aumentar a rentabilidade do piroprocesso
Em 18 de agosto de 2026, a KNERGY reunirá grupos cimenteiros da Turquia para um simpósio técnico sobre combustão, CBAM e as seis alavancas de valor da injeção de hidrogênio e oxigênio no piroprocesso.
Em 18 de agosto de 2026, KNERGY reunirá grupos cimenteiros da Turquia em Ancara para um dia técnico dedicado a uma questão específica: como transformar a descarbonização em um ativo rentável para a planta.
O encontro será realizado no Limak Ambassadore Hotel, Limra Room 1, em Ancara, Türkiye, com acesso exclusivamente por convite.
Um dia pensado para quem produz clínquer
O simpósio não foi concebido como feira nem como apresentação comercial de produto. É um encontro de trabalho entre engenheiros com experiência direta na indústria cimenteira e as equipes técnicas e de gestão dos grupos cimenteiros turcos.
Durante um dia inteiro, a conversa terá como foco a abertura do piroprocesso, diagnosticando-o com dados e mostrando como a injeção controlada de hidrogênio e oxigênio pode liberar margem operacional que atualmente se perde em consumo térmico, limitações de combustão e emissões.
A indústria cimenteira enfrenta uma dupla pressão: para melhorar a rentabilidade operacional e cumprir metas de descarbonização cada vez mais exigentes. Nas fábricas de clínquer, o combustível pode representar até 60% do custo variável de produção, enquanto o setor do cimento contribui com cerca de 8% das emissões globais de CO₂. O caminho para o cimento líquido zero já não começa no longo prazo: requer a introdução de novas capacidades de combustão durante esta década.
CBAM converte cada kcal/kg em margem de exportação
Para a Turquia, esta pressão tem um nome específico: CBAM.
O Mecanismo de Ajuste Fronteiriço de Carbono da União Europeia afeta diretamente o cimento turco exportado para o seu principal mercado. Quando um exportador não fornece dados verificados sobre as suas emissões reais, pode estar sujeito a valores padrão punitivos que aumentam o custo do carbono em comparação com fábricas que documentam o seu desempenho.
A consequência comercial é clara: a eficiência térmica, o factor clínquer e a redução de CO₂ já não são apenas indicadores ambientais. Tornam-se variáveis que protegem – ou destroem – a margem de exportação.
Cada quilocaloria que diminui com o consumo específico, cada ponto de factor de clínquer que é reduzido e cada tonelada de CO₂ evitada hoje traduz-se numa margem defensável face à fronteira europeia.
Esse será o campo de trabalho em Ancara: não a teoria da descarbonização, mas a aritmética da competitividade de uma fábrica de cimento sob as novas regras do comércio internacional.
O que será abordado ao longo do dia
A agenda irá do diagnóstico técnico ao business case, com espaço real para diálogo direto com quem desenhou a tecnologia.
1. Diagnóstico de piroprocesso
O dia abrirá com uma leitura honesta do piroprocesso do cimento: onde se perde energia, porque o combustível domina o custo variável e como se comportam a chama, a sulfatação e a calcinação em condições reais de operação.
Este diagnóstico será o ponto de partida comum antes de falar sobre qualquer solução.
2. As seis alavancas de valor do H₂ e do O₂
O cerne técnico do simpósio será explicar como o hidrogénio actua como catalisador de combustão e como o oxigénio enriquece o piroprocesso para desbloquear seis fontes simultâneas de valor, e não apenas poupança de combustível.
Cada alavanca será aterrada ao tipo de forno e às condições de operação da planta.
3. A tecnologia Hydrobooster ALK por dentro
KNERGY apresentará o sistema de eletrólise alcalina conteinerizada Hydrobooster ALK, projetado para operar nas condições adversas do cimento: poeira abrasiva, vibração, temperatura extrema e operação 24/7.
A sessão abordará por que KNERGY escolheu a tecnologia alcalina para este ambiente, como ela se integra ao Centro de Operações da planta e o que significa “plug and play” em uma operação industrial real.
4. Segurança como ponto de partida
A segurança não será tratada como um anexo. KNERGY apresentará sua arquitetura multicamadas, análise HAZOP desenvolvida com Siemens e aprendizados de testes destrutivos de flashback em campo.
A premissa do design é explícita: assumir que um evento pode existir e construir o sistema para contê-lo.
5. O caso de negócio e o modelo financeiro
A engenharia será traduzida para a linguagem do comitê de investimentos: cenários de poupança, retorno e o modelo de leasing que permite pagar pelo equipamento com suas próprias economias operacionais.
O objetivo é apresentar métricas verificáveis e evitar promessas que não possam ser tecnicamente sustentadas.
6. Diálogo direto e avaliação da planta
O dia terminará com uma conversa direta com a equipe fundadora e networking com colegas da indústria turca. Os grupos interessados poderão iniciar o caminho para uma avaliação técnico-econômica preliminar de sua própria planta, sem compromisso.
Seis alavancas de valor, uma única injeção
“O que queima, como queima e onde queima.” Cada Nm³ de hidrogênio injetado no piroprocesso pode abrir margem em várias frentes ao mesmo tempo.
Menor consumo térmico. O H₂ acelera a cinética de combustão e reduz o consumo específico do forno, com impacto direto nos custos e nas emissões. No material técnico do simpósio, KNERGY trabalhará nas faixas de redução de −30 a −70 kcal/kg de clínquer.
Combustíveis com alto teor de enxofre. A combustão catalisada permite operar com coque de petróleo com alto teor de enxofre e baixa reatividade, reduzindo a dependência de combustíveis e aditivos premium.
Maior taxa de alternância. O hidrogênio estabiliza a chama e permite maior substituição por RDF e biomassa. Para a usina, isso significa combustível primário mais barato e maior uso de alternativas, cujo custo pode ser 30–70% menor que o do combustível primário.
Mais produção de clínquer. O aumento da oxigenação do piroprocesso libera capacidade latente nominal sem investimento em novos fornos, moinhos ou resfriadores.
Clínquer mais reativo. Um clínquer com maior reatividade permite reduzir a relação clínquer/cimento mantendo a resistência, gerando mais toneladas de cimento com o mesmo clínquer.
Redução direta de CO₂. KNERGY prioriza H₂ e O₂ dentro da calcinação com base no estudo individual de cada planta, buscando impacto direto nas emissões e na margem CBAM.
Não vendemos eletrolisadores. Resolvemos cimento.
Onde outros oferecem equipamentos genéricos, KNERGY oferece uma solução abrangente concebida dentro da indústria de cimento.
O Hydrobooster ALK não é um eletrolisador adaptado para cimento. Foi projetado do zero por engenheiros com décadas de atuação real em fábricas de cimento. A diferença está na compreensão do forno, da chama, dos combustíveis, da variabilidade operacional e da pressão econômica de uma linha 24/7.
KNERGY garante tempo de atividade de 96% porque a indústria de cimento não tolera paradas. O sistema é projetado com redundância em componentes críticos e está integrado ao Centro de Operações da planta, com treinamento para operação e manutenção e documentação técnica completa.
Cada implementação é baseada em um estudo CFD específico da planta para definir pontos de injeção para H₂ e O₂ onde realmente geram valor. Não é uma receita genérica aplicada cegamente.
Concebido para quem toma decisões sobre a planta
O simpósio é destinado a diretores gerais, diretores técnicos, gerentes de fábrica, engenheiros de processo, gerentes de energia e combustíveis e comitês de investimentos.
As vagas são limitadas e o acesso é exclusivamente por convite. Se o seu grupo produz cimento na Turquia e quer transformar a pressão de CBAM numa vantagem competitiva, esta reunião é o local para iniciar a conversa.
Confirme sua participação: contacto@knergy.com
- Moldando a próxima geração de cimento. Alimentado por hidrogênio e oxigênio.*